quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Por que concorremos à presidência

O projeto Convergência Colorada decidiu lançar uma chapa independente para as eleições à presidência do Sport Club Internacional. Os conselheiros Sandro Farias e Arthur Caleffi postularão os cargos de presidente e 1º vice-presidente do Internacional no pleito que será realizado em dezembro deste ano. O cargo de 2º vice-presidente será preenchido em breve. Mas afinal, por que lançar uma candidatura a presidente no ano em que estamos disputando o bi mundial? 
O lançamento de uma candidatura própria atende a dois compromissos fundamentais do projeto Convergência Colorada. O primeiro deles é assegurar ao torcedor colorado o direito de escolher o presidente do clube pelo voto direto, evitando que a decisão fique restrita ao Conselho Deliberativo. O segundo é levar para o debate eleitoral um assunto cada vez mais crítico para o Internacional: a necessidade de profissionalizar sua gestão.
Bicampeão da América, dono do maior quadro de sócios do país e de um potencial imensurável de crescimento, o Internacional precisa passar por uma renovação de estrutura organizacional para se manter competitivo no futuro. Essa reestruturação consiste em alinhar o clube às melhores práticas de administração e governança corporativa vigentes nos grandes clubes europeus – práticas estas que podem maximizar os resultados do clube não só no futebol, mas também em atividades-meio como marketing, publicidade, gestão de patrimônio e vendas de outros serviços altamente promissores no mercado esportivo.
Os candidatos escolhidos pelo projeto Convergência Colorada acreditam que, dessa forma, o Internacional terá condições de reduzir sua grande dependência financeira em relação às receitas oriundas da venda de atletas do futebol profissional. Hoje, é o futebol que sustenta o restante do clube. No futuro, conforme os ideais de Sandro Farias e Arthur Caleffi, o clube terá condições de sustentar seu futebol, mantendo-se competitivo no decorrer das grandes competições nacionais e internacionais. Mais do que isso, o Internacional se tornará uma organização de excelência, capaz de maximizar suas fontes de receitas, minimizar custos e crescer mais do que todos os outros clubes do país, mantendo uma relação sólida e transparente com seu principal acionista – o torcedor.