sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Prestação de contas aos sócios colorados


O Convergência Colorada se orgulha muito do caminho da opção de atuar como uma oposição responsável. Apesar de sermos apenas 64 integrantes num Conselho de 346 componentes, não nos omitimos e atuamos dentro da casa, com lealdade, num trabalho fiscalizador e dedicado. Pelo Clube.

Temos uma trajetória, nosso trabalho não está começando agora. Veja algumas de nossas ações concretas no exercício do mandato a nós conferido pelos sócios:

  1. POLÍTICA INTERNA: Num ambiente político conturbado pela divisão dos grupos que hoje integram Chapas 1 e 2, lideramos com diálogo e maturidade, um trabalho que culminou com a eleição de uma mesa do Conselho e Conselho Fiscal com integrantes de diversos grupos políticos;
  2. MODELO DE OBRAS: Em meio a um debate acalorado sobre modelo de reforma do Beira-Rio, apresentamos por escrito, à gestão e dentro do Conselho, nossa contribuição, que qualificou o processo, aumentando a transparência e adicionando sugestões técnicas importantes que resultaram na parceria com a Andrade Gutierrez;
  3. EXAME DA MINUTA DO CONTRATO: permitido a presidência toda a tranquilidade para evoluir nas negociações, exercemos com dedicação nossa obrigação e apresentamos um rol de 45 questionamentos por escrito e nas diversas sessões do Conselho, onde o assunto foi debatido. Nossos integrantes se destacaram na frequência maciça às reuniões, quantidade e qualidade de intervenções;
  4. COMISSÃO DE OBRAS: mesmo sem ser da gestão não nos negamos a ajudar o clube e trabalhamos com destaque através dos conselheiros Humberto Busnello, Ronaldo Bolognesi, João Patrício Herrmann e Geraldo da Camino na Comissão de Obras de caráter consultivo que acompanhou os trabalhos, na qual oferecemos sugestões como contratação de empresa para fiscalização da obra;
  5. COMISSÕES DO CONSELHO: participamos de todas as comissões do CD, sendo 3 delas coordenadas por integrantes do Convergência: Comissão de Obras e Patrimônio (Ronaldo Bolognesi, também integrada por Caio de Santi), a Comissão de Eventos (Luciano Biehl, também integrada por Antônio Bastos) e a de Relações Sociais e Consulados (Leonardo Ligabue Cardoso), tendo ainda o conselheiro Gildo Milman na Comissão de Ética;
  6. COMISSÃO ELEITORAL: com a participação dos conselheiros Filipe Gonçalves e Ticiano Bacchi (apoiando a coordenação técnica), colaboramos na montagem do primeiro pleito em que o sócio poderá votar através da internet e defendendo sempre a ampla participação democrática, em data acessível e com prazo estendido para hablitar opção de voto;
  7. CONSELHO FISCAL: Participamos deste importante fórum fiscalizador do Clube com Eduardo Knijnik e Filipe Gonçalves;
  8. DIÁLOGO COM SÓCIOS DO INTERIOR: presença em diversos eventos consulares não só na época de eleição, mas ao logo do ano, conversando com comunidade colorada o interior;
  9. INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO DOS SÓCIOS: convite permanente aos sócios para participarem como ouvintes das reuniões do Conselho Deliberativo, bem como a participação nos eventos técnicos promovidos pelo Convergência Colorada;
  10. PRESTAÇÕES DE CONTAS DO INTER: Na representação do sócio e em defesa do Clube, travamos leal debate e pedidos de informações no Conselho, no exercício de nosso dever de fiscalização das prestações de contas do Inter. Votamos contra em 2010 e ressalvamos balanço em 2011;
  11. SITUAÇÃO FINANCEIRA DO CLUBE: em sessão no Conselho alertamos e entregamos estudo por escrito, sobre perigoso endividamento do clube no curto prazo;
  12. RESPONSABILIDADE: para formular nosso plano de gestão, ao invés de questionamentos públicos e oportunistas que muitas vezes servem mais para fragilizar a instituição, apresentamos por escrito pedido de informações. Lamentavelmente a gestão optou por não atender nosso pedido o que só reforça a importância de aumentarmos nossa representação no Conselho;
  13. DENÚNCIA CARTÕES CORPORATIVOS: a partir de assunto comentado na imprensa, relacionado a suposto uso irregular de cartões do clube para despesas pessoais, estivemos dentro do clube, junto aos órgãos competentes, examinando documentos e critérios de uso. Na oportunidade entregamos por escrito sugestão de melhoria nos procedimentos de controle interno;
  14. DENÚNCIA “NOTAS FRIAS”: imediatamente após ter sido tornada pública insinuações do conselheiro Roberto Siegmann sobre supostas irregularidades financeiras, tomamos iniciativa de provocar o assunto dentro do clube preservando as instâncias da entidade no lugar do debate público;
  15. CONSELHEIRO REMUNERADO - INFRAÇÃO AO ESTATUTO: através de nossos representantes levamos a conhecimento do Conselho Fiscal a existência de situação irregular de Conselheiro que recebia indireta remuneração, o que é vetado pelo estatuto e culminou com pedido de renúncia deste;
  16. VOTO CONTRÁRIO PARA CHAPA INSCRITA EM DESACORDO COM ESTATUTO: Nosso representante na comissão eleitoral votou contra a homologação da chapa 6, que desrespeitava o estatuto do clube ao ter sido protocolada desacompanhada de assinaturas necessárias antes do prazo de inscrição e, por fim,
  17. POSICIONAMENTO POLÍTICO CLARO COMO ALTERNATIVA DE OPOSIÇÃO: à exemplo do que já tinha ocorrido em 2010, independente do resultado de campo, sem omissão e coerentes com a confiança dos sócios que nos elegeram, na eleição presidencial oferecemos uma candidatura de OPOSIÇÃO para presidência do clube. Fizemos nossa crítica à gestão, oferecendo nomes comprometidos com a renovação e propostas concretas no tempo e no local adequado, preservando a instituição acima de tudo. 


Convergência Colorada, OPOSIÇÃO ATUANTE E FORTE
a voz do sócio dentro do Conselho, com conteúdo e responsabilidade.